Fanfic – Wicked ways
Arquivado em (FanFics, Universo Anita Blake) por Thuany em 24-06-2010
Wicked ways
Jean-Claude é dado a Narciso por uma noite para ajudar Nikolaos a conseguir um acordo com ele. Ocorre antes de Prazeres Malditos.
Classificação: NC-17 Não recomendável para menores de dezessete anos por conter cenas de descrição explicita de violência, uso liberado de linguagem grosseira, e temas adultos tratados de modo detalhado e explÃcito.
Retratação: Todos os personagens, situações e universo pertencem a Laurell K. Hamilton. Isto é apenas um hobby meu e não ganho nenhum lucro nisso.
- BeeElleGee (autor)
Http://beellegee.tripod.com/purplepassions/index.html
Tradução: Thuany Teles
Wicked ways – parte I
O vampiro parou e olhou para o edifÃcio de aspecto discreto diante dele, inalou o ar frio e úmido profundamente em seus pulmões. Permaneceu onde estava no perÃmetro do estacionamento, ele podia ouvir o distorcido e abafado som da música derramando-se dos limites do clube devido a um excelente sistema amplificador de som.
Quanto tempo tinha passado? Ele se perguntou.
Um pouco, realmente. Ele não havia sido despachado assim em anos. Na verdade, ele quase acreditou que tais tarefas se tornaram uma coisa do passado.
Seu passado. No entanto, infelizmente, foi um conhecido passado, infame, que aludiu a uma coisa na qual ele era bom – a sua raison d’être, o motivo para qual foi trazido à existência, em primeiro lugar. Ele devia ter sabido que não haveria como escapar. Foi o que ele era. Mas apesar de sua experiência bastante temperada, ele ainda sentia uma pontada de apreensão, cada vez que ele foi obrigado a fazer esse tipo de coisa.
Esta noite não foi diferente nesse aspecto, mas hoje a habitual “pontada de apreensão” tornou-se um tremor de puro medo. Ele sabia o suficiente sobre a pessoa que ele estava procurando, esta noite, para fazer-se cauteloso.
Ajudou a ele pensar desta “operação” como um simples negócio. Ele estava aqui para negociar, satisfazer, e suplicar para um cliente potencial. Um cliente importante aos olhos de seu mestre. Isto era apenas um trabalho. Ele podia fazer isso. Ele tinha que fazer isso. Ele não teve outra escolha.
O vampiro levou um minuto para examinar suas roupas e fazer alguns pequenos ajustes. Vestindo o que ajudava o pôr no humor certo para o papel que ele estava para representar, e ele sabia que trajes vulgares desprezÃveis apelariam para seu anfitrião esta noite.
Apesar do frio do outono no ar, o vampiro tinha optado por ir sem camisa, mostrando seu tronco. Ele também estava de luvas para uma noite formal que cobriu todo o comprimento de seus braços em cetim preto. As calças eram de uma textura diferente. Couro. Apropriada para este clube, o vampiro concluiu. Eram moles, pretas, e se encaixavam nas curvas do seu corpo, deixando pouco para a imaginação. Ele vestia também botas de montar altamente polidas que ataram em cima o comprimento de suas longas canelas. As esporas de aço cego abraçaram os saltos de seus sapatos – a única cor que ele mostrou, além dos pregos de prata em seu cinto preto.
O vampiro estava esperando que sua roupa provocante tivesse um efeito estimulante sobre o seu anfitrião. Ele queria apresentar-se como uma obra de arte. Ele normalmente não se vestia dessa maneira, e esperava que alterando sua aparência hoje, receberia alguma apreciação, e mostrar a seu anfitrião que ele se esforçou para agradá-lo. Além disso, não era nenhuma grande extensão para o vampiro se ‘prostituir’, se a situação exigisse isso. Ele era mais do que ciente que seu nome era relacionado a esse termo particular, na maioria dos cÃrculos.
Uma onda de humilhação lavou o vampiro e ele abaixou a cabeça e apertou os olhos bem fechados. Disse a si mesmo novamente, que isto era meramente uma tarefa. Ele foi simplesmente à pessoa mais adequada para o trabalho. Seu mestre lhe havia confiado para agir como seu agente e ajudá-la com a obtenção de algo que ela muito desejou. Chamando sua ambição para ter sucesso, e mantendo sua mente enfocada em favor do sucesso que ele ganharia aos olhos de seu mestre, o vampiro iniciou seu caminho para a discoteca com uma determinação recente.
Logo, o som de suas botas batendo finamente no pavimento deu lugar a um atordoante e inebriante som do rock industrial. Quanto mais o vampiro se aproximava da entrada, mais a música se tornava invasiva. Ele podia sentir o som profundo dentro do seu peito, martelando contra ele.
Como num show, o vampiro meditou e ajustou o ritmo de seus passos para combinar com a batida da música, pondo só suficiente balanço nos quadris para ganhar-lhe uma série de vaias e assobios quando passou na fila de seres esperando para entrar.
O porteiro era um werehyena, alto, com uma musculatura volumosa desnecessária. Estava vestido da cabeça aos pés, em couro preto apertado, com algemas em seu cinto de segurança, e uma coleira de pregos em seu pescoço grosso. Ele tinha um cabelo espetado, e seus olhos eram tão escuros, que pareciam pretos. A barba em seu queixo parecia ter pelo menos três dias de crescimento, e as cicatrizes irregulares pelo seu olho direito o fazia ter o perfil ideal para segurança de um clube.
Ideal para este clube, talvez, o vampiro pensou, ficando na sua frente. Pessoalmente, preferiria alguém um pouco menos intimidador e mais atraente. Afinal, a idéia era fazer com que as pessoas fossem ao seu clube, e não afugentá-los na porta.
O porteiro olhou para o vampiro lentamente de cima abaixo, um largo sorriso de sabedoria atravessou seu rosto de aparência feroz. Com um breve aceno de cabeça, ele se afastou, mas inclinou-se para o vampiro.
“Ele está esperando por você”, o werehyena gritou ao ouvido do vampiro para ser ouvido acima da música estridente.
“Vá até a porta dupla e vire à esquerda, todo o caminho pelo corredor. A última porta à sua direita.”
Ele se endireitou e franziu os lábios, jogando beijos no ar, na frente do rosto do vampiro.
“Divirta-se, rosto de boneca”.
Olhando para cima nos olhos pretos do Metamorfo, o vampiro propositadamente ajeitou sua expressão para parecer chateado por tais avanços, em seguida, virou-se e simplesmente continuou seu caminho para dentro do clube.
********
O porteiro levou o vampiro para uma área mais para dentro do clube, o corredor escuro tinha varias portas fechadas, algumas delas marcado “privado†algumas, “proibido pessoal não autorizado”.
As poucas portas que estavam abertas revelaram quartos como calabouços que rivalizaram com as próprias câmaras de tortura de Bastille. Em tal quarto, correntes de prata brilhavam nas paredes, iluminado por dois castiçais de ferro pequenos que cintilou quando o vampiro passou. Uma série de espadas, chicotes e facas decorou a parede, entre outras coisas, exibidos de tal forma, que o vampiro não tinha certeza se eram realmente usados, ou apenas colocados para adicionar à câmara um ar de medo. Ele ouviu os gritos ocasionais por de trás das portas que estavam fechadas, o que o levou a crer que eles foram realmente utilizados e muito energicamente.
A última porta à direita do corredor também estava marcado “privadoâ€. Não havia nenhum som vindo de dentro desta sala, mas o vampiro pode sentir a presença do outro lado. Poder passou quente e em ondas sufocantes, colidindo com o próprio vampiro em um familiar reconhecimento de um Metamorfo alfa. Uma hiena alfa para ser exato.
Levantando a mão, o vampiro bateu fortemente na porta e lambeu os beiços apreensivamente. Ele estava nervoso agora, na fronteira com o medo. A antecipação do que estava prestes a ser submetido o assustava, bem como a perspectiva de uma punição ainda mais grave depois, se ele falhar hoje à noite.
Inesperadamente, a porta se abriu em poucos segundos, dando ao vampiro tempo apenas para por seus escudos firmemente no lugar. Neste ponto, ele não podia partilhar esses sentimentos negativos com o seu anfitrião poderoso. Só mostraria fraqueza de sua parte, e o vampiro sabia que não poderia demonstrar uma exibição de fraqueza além de sua apresentação pronta e disposta. Ele iria se permitir ser usado, mas não aproveitado.
Um jovem werehyena estava diante dele agora, vestido apenas em um g-string de couro. Seu rosto atraente era uma massa de contusões e a parte superior do seu corpo foi manchada com contusões antigas e cicatrizes de lacerações. Surpreendentemente, ele olhou de volta para o vampiro com uma expressão muito arrogante e desdenhosa.
“O que você quer?” rosnou secamente, dando a impressão de que a presença do vampiro não foi exatamente bem acolhida pelo menino.
“Foi-me dito que eu era esperado”, o vampiro respondeu uniformemente.
Como se buscando confirmação, o jovem metamorfo virou-se ligeiramente e olhou para trás em uma figura jogada numa enorme cama de dossel. A figura subiu rapidamente, e enxotou o menor metamorfo com uma onda impaciente de sua mão.
“Saia! Eu terminei com você de qualquer maneiraâ€, disse ele.
“O entretenimento da noite chegou.” Seu olhar se fixou sobre o vampiro e ele sorriu.
“Se assegure que eu não seja perturbado durante o resto da noite.”
O jovem werehyena atirou ao vampiro um olhar crÃtico, mas acenou com a cabeça ao seu mestre, curvou-se e correu para sumir rápido.
O vampiro se afastou da porta para deixá-lo ir para fora da sala, em seguida, respirou bem fundo e encarou seu anfitrião em expectativa.
“Meu, meu,” a hiena alfa suspirou, seus olhos vagaram ao longo do comprimento do corpo do vampiro com um interesse reservado.
“Entre e feche a porta atrás de você.†Ele voltou-se, com os olhos presos ao vampiro, como se ele não quisesse perder até o movimento mais leve que ele fez.
Com a graça praticada, o vampiro entrou no quarto e fechou a porta atrás de si sem se virar.
Avançando com a mesma graça, o Metamorfo deslizou em volta do vampiro e bloqueou uma trava no lugar, assim como diversas outras alavancas e correntes.
O vampiro se perguntou rapidamente se os bloqueios foram feitos para manter os intrusos fora ou mantiver os ocupantes de saÃrem da sala. Levou um momento para examinar a sala e umedecer os lábios secos, de repente, com a ponta de sua lÃngua.
Na maior parte do quarto estava a cama. Foi à maior cama que vampiro já tinha visto e ele tinha visto muitas camas. Cada um dos seus pilares grossos e negros tinha anéis ou correntes presos a eles, indo por todo o comprimento, para acomodar numerosas posições, sem dúvida. A cabeceira tinha anéis também, e o que parecia ser dois metros de corrente de prata deitada em todas e várias almofadas. A cama estava desarrumada. Seus lençóis eram pretos, pareceram amarrotadas, mas limpa, pelo menos.
O vampiro percebeu que o piso de madeira sob seus pés era negro, os tapetes de pele espalhados aqui e ali eram negras, as paredes eram negras, assim como cada mobÃlia na sala. Noite perpétua, o vampiro pensou.
A única luz na sala era uma tocha de fogo piscando irregularmente na parede do outro lado da porta. Apesar de sua chama descoberta, ela fez pouco para diminuir a escuridão da sala. Havia muito negro para refletir adequadamente qualquer luz.
Normalmente, ele achou a cor sensual, mas o uso extensivo de preto no quarto foi tão opressivo e ameaçador. Ironicamente, o vampiro percebeu que sua roupa esta noite combinou com o quarto perfeitamente. Tal como o seu traje, a prata reluzente do armamento exibido foi a única cor no quarto. Olhando as armas, o vampiro podia sentir a respiração dentro dele crescer  fria. Era um arsenal impressionante o vampiro teve que admitir.
O vampiro de repente sentiu as mãos do werehyena sobre seus quadris, seu corpo quente pressionando contra suas costas.
“Oh, você é adorávelâ€, ele sussurrou em seu ouvido.
Suas mãos deslizaram sobre o abdome do vampiro, sua boca descendo sobre seu ombro nu. Ele mordeu delicadamente, as mãos descaradamente explorando a expansão do peito do vampiro. Seus dedos beliscaram seus mamilos, enviando pequenas ondas de prazer pelo corpo do vampiro.
Suspirando apesar de sua apreensão, o vampiro fechou os olhos e inclinou-se nos braços do Metamorfo.  Lentamente, a boca do werehyena viajou até o pescoço do vampiro, pontilhando isto com beijos molhados, mordidas quentes, suaves e provocativas.
“Oh, eu acho que estou apaixonado”, murmurou o Metamorfo, então riu levemente.
“Qual é o seu nome, meu querido?”
“Meu nome é Jean-Claude”, o vampiro se apresentou.
“Eu fui enviado aqui por Nikolaos.”
“Sim”, respondeu o werehyena, deslizando ao redor para frente dele e ofereceu ao vampiro um sorriso cheio de dentes.
“Eu estava esperando por alguém. Mais não esperando… você.â€
Jean-Claude estudou a Metamorfo e deu um sorriso fino em retorno.
“Narciso, eu presumo?”
O Metamorfo assentiu.
“Você corretamente presume, meu amigo.” a voz de Narciso era profunda, mas suavemente feminina.
Ele alcançou e pegou a mão do vampiro, levantando-a aos lábios e dando um beijo suave sobre os nós dos dedos.
“Estou muito feliz em conhecê-lo. Você é até mais bonito do que Nikolaos deu a entender.” Ele passou a mão no antebraço, coberto de cetim de Jean-Claude. “De fato, você é positivamente magnÃfico.”
“Obrigado”, Jean-Claude disse calmamente. Seus olhos flutuaram sobre o seu anfitrião com intriga.
Narciso era curto para um homem, e alto para uma mulher, leve em estatura. Seu cabelo preto era muito curto e os braços musculosos nus com o músculo bem definido. No entanto, ele usava mais maquiagem do que a maioria das mulheres que Jean-Claude conhecia, e sua blusa branca era decididamente feminina, para não mencionar a sua saia de couro curta, meias pretas e salto agulha.
Claramente, Narciso era um trangenêro. Um travesti, um transexual, ou…
“Eu sei o que você está pensando”, disse Narciso um pouco timidamente, soltando a mão do vampiro e andando longe dele. “Existe aquele minúsculo brilho de confusão em seus olhos. Você não está realmente certo o que fazer de mim, não é?â€
Jean-Claude abaixou imediatamente o seu olhar para o chão. “Perdoe-me, se eu ofendi você. Eu estava apenas curioso a respeito de suas inclinações… particulares.â€
Narciso sorriu e, em seguida, inclinou-se para o vampiro.
“Eu estou apenas um pouco ofendido. Mas eu sei que você me deixará mostrar a você como fazer as pazes por isso. Acho que estou mais surpreso com sua reserva do que nada. Foi-me dito que você era talentoso e experiente, com ambos os sexos, e não importa como eu me apresentasse a você. Masculino ou feminino. Na verdade, eu prefiro uma mistura dos dois, considerando… hum, como falo isto delicadamente? – Eu sou naturalmente dotado dessa maneira. Sou um hermafrodita, se você preferir algo um pouco mais técnico. Eu posso ser qualquer gênero que você prefere se minha androginia desestabilizá-lo.â€
Ele fez um gesto para baixo no comprimento do seu corpo flexÃvel com um movimento um pouco impaciente com a mão.
Jean-Claude balançou a cabeça lentamente. “Não é minha preferência que hoje importa monsieur.”
Narciso sorriu amplamente. “Ah, muito diplomático de você”, disse ele, avançando e pressionando-se contra o vampiro. Ele deslizou os braços em volta da cintura Jean-Claude e levantou o rosto para olhar nos olhos do vampiro. “Mas, antes de começar esta noite, há algumas coisas que precisamos esclarecer.”
“Muito bem”, disse Jean-Claude e chegando até ele embalou a cabeça do Metamorfo em suas mãos. Ele esfregou o seu rosto em sua bochecha e começou a beijar lentamente seu caminho até a testa, em seguida, sobre a testa e descendo pelo outro lado.
Narciso fechou os olhos e suspirou baixinho, feliz.
“Diga-me. Quanto Nikolaos explicou para você sobre o que seria esperado de você hoje à noite?”
“Eu sei o que é esperado de mim esta noite, monsieur”, disse Jean-Claude, degustando o lábio inferior de Narciso com sua lÃngua.
“Simplesmente, estou aqui para garantir a sua satisfação. Estou preparado para fazer o que você exigir.â€
O werehyena gemeu no queixo do vampiro antes de continuar.
“Ainda assim, existem certas regras… que devem ser seguidas. Regras que eu quero que você esteja ciente.”
Ele arrastou suas mãos para baixo sobre os quadris do vampiro e apertou-o firmemente.
“Você sabe do que estou falando?”
“Sim”, o vampiro falou sobre a bochecha de Narciso. “Posso te assegurar, eu tenho feito isso muitas vezes antes”.
“Como um submisso?”
“Sim.”
“Certo. Quais são suas condições?”
Jean-Claude respirou fundo. “Peço que não haja lesão permanente. Nada que vá alterar a minha aparência, ter cicatrizes ou desmembrar-me. E peço para você não cortar ou danificar meu cabelo.â€
“Concordo. O que mais?”
“Eu preferiria não sofrer lesões oculares ou fraturas ósseas, incluindo os meus dentes.”
“Claro. Ao jogar com os vampiros, eu faço questão de deixar os dentes intactos. Você não precisa se preocupar com isto. Eu gostaria de pedir o mesmo de você se você me superar. No entanto, se você reagir contra mim ou lutar contra o seu tÃtulo, você pode deslocar alguma coisa. Você não pode me fazer responsável por essas lesões. Mas nenhum osso será quebrado devido a qualquer coisa que eu fazer com você.”
Narciso fez uma pausa e brincou com a roupa de Jean-Claude, torcendo entre os dedos.
“E a sua roupa?”
Jean-Claude deu de ombros. “Elas são dispensáveis. Apenas peço para você me fornecer alguma coisa no final da noite, se você deseja destruÃ-las.â€
O Metamorfo sorriu e deu um beijo suave no ombro nu do vampiro. “Concordo.”
Com isso, ele inclinou-se e raspou os dentes no peito de Jean-Claude, forte o suficiente para deixar marcas. O vampiro respirou agudamente, mas não fez nenhum movimento para se afastar dele. Narciso traçou as marcas vermelhas com a lÃngua, depois olhou de repente. “Oh. Existe mais alguma coisa? Você quer uma palavra segura?â€
Jean-Claude balançou a cabeça. “Se você aderir a meus pedidos, eu vou me submeter totalmente a seus… desejos.”
Narciso deu uma risadinha bastante feminina. “Ainda. Às vezes eu fico um pouco levado.”
Segurando firmemente os braços do vampiro, ele raspou os dentes no peito de Jean-Claude uma segunda vez, desta vez, até sair sangue. Com um gemido de prazer, ele lambeu as feridas frescas repetidamente até que o sangue deixou de subir, em seguida, recostou-se, lambendo os lábios, lentamente saboreando.
“Oh. Eu sei. Se você verdadeiramente alcançar os limites de sua resistência eu sugiro que você fale ‘violação’. É uma palavra curta e tipo que acende algo em mim quando meus amantes dizem. É como o meu despertador pessoal. Meu subconsciente escuta e reage a ela antes mesmo que minha consciência. Isso irá protegê-lo, mas cuidado para você não usar ela demais. Se eu ouço muito isso, eu tendo a simplesmente começar a ignorar.â€
“Eu entendo”, disse Jean-Claude e engoliu a espessura que se construÃa em sua garganta.
“Bom.” Narciso continuou arrastando a ponta dos dedos sobre a pele do vampiro, das costelas até suas calças. Ele trabalhou para desatar o cinto de Jean-Claude e puxou-o lentamente de seus quadris.
“Se você pensar em algo depois, não hesite em perguntar. Gosto de pensar que sou bastante flexÃvel. Apenas tenha educação de pedir a minha permissão antes de fazer qualquer coisa para mim, e aceite o que eu faço com você incondicionalmente. Ah, e se você falar ou gritar muito, eu amordaçarei você. Eu prefiro não fazer. Eu gostaria de manter sua boca acessÃvel, se você sabe o que quero dizer, por isso tente difÃcil não reagir.”
Jogando o cinto em volta do pescoço do vampiro como um lenço, Narciso sorriu sedutoramente e deu um passo para trás. Ele começou a desabotoar a frente de sua blusa.
“Vamos começar?”






ahahahah muito bom esse fanfic!!!
idéia bem legal mostrar como o Jean-Claude conheceu o Narcisus!
ahhh, mas eu nunca gosto quando o passado negro do Jean-Claude vem a tona… estraga a visão vampiro-fodão-perfeito q eu tenho dele hahahaha
O Lance JC e Narcisus é relativo ao lance da Nicolaus?
Por que realmente dá para criar muitas Fanfic baseadas em momentos falados, como a Vida de JC Ash e Julianna… Fora que se há reencarnação dava até para Julianna reaparecer na parada, não serie um problemão?
Valkyrie! tem uma fic que pretendo traduzir, que é sobre os três o JC, Ash e JuJu UHUHSAHUSA
na é poca que eles era um menage e tals
e sim tem muito historia para se criar fanfic!
Valkyrie vc deu uma ótima idéia!!! vamos fazer um fic com a reencarnação da Julianna hahahahah